segunda-feira, 28 de abril de 2008

Nem sempre fazer tudo errado impede que tudo dê certo...

domingo, 27 de abril de 2008

Meus amigos queridos, se vocês soubessem o quanto me faz bem estar com vocês, minhas energias se renovam, eu me sinto viva, muito viva! Obrigada por existirem, por estarem sempre por perto, por me fazerem lembrar que as pessoas valem a pena, que o amor existe de verdade, que eu sou feliz!

sábado, 26 de abril de 2008

Eu SEMPRE faço aquilo que tenho vontade, posso até parecer inconseqüente ou imatura às vezes, mas prefiro isso que a incerteza de um "se". Eu nunca disse: "E se eu tivessse tentado?". Isso me deixa em paz!

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Enquanto o real for meu imaginário, desejos pirilampos roubam minha concentração - Em retas-curvas, me esqueço - Entre suspiros, de um salgado leeento... o furto de meu coração - Devaneios: esses são todos meus...

terça-feira, 22 de abril de 2008

Eu não sabia que crescer poderia doer tanto, não fazia idéia de quantas coisas pode-se "enxergar" ao deixar de temer a verdade, menos ainda do quanto ela pode ser dura, mas indescritivelmente libertadora!

segunda-feira, 21 de abril de 2008

É estranho quando você começa a entender as coisas, passa a não compreender como não entendia antes!

domingo, 20 de abril de 2008

A sensação é de que tudo começa agora, não olho para trás nem me preocupo tanto com o que está por vir, estou tranqüila, e isso é o que importa, adoro viver nessa constante transformação, aliás, adoro viver!

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Respirando mais fundo...

Quando eu tinha 14 anos meu namorado era "o genro que minha mãe pediu a Deus" - durou menos de um semestre. Naquela época eu pensei que aquela dor ia acabar me matando, literalmente, o sofrimento persistiu mais que o dobro do tempo de namoro, doido isso não é? Mas passou, embora eu achasse que iria "perder a virgindade" com ele, casar, ter filhos...(ele realmente era um bom rapaz, deve ser ainda). Lembrei disso tudo agora e achei tão interessante relacionar (não comparar) com o que penso agora! Eu não deixei a "castidade" de lado aos 14 , não casei, muito menos filhos... Alguém um pouco mais imutável que eu estaria cortando os pulsos, ainda bem que não é o caso, justamente o contrário: hoje eu não penso em casar, depois daquele eu tive um namorado rebelde (como eu na época), alguns anos depois deparei-me com o namorado-filho, um amor, mas até a toalha eu tinha que levar no banheiro, sem falar que a mãe verdadeira dele era louca e achou que eu tinha roubado o seu lugar - de repente, já que me tornei mãe dele... (interessante, isso veio agora). Não quero casar pelo mesmo motivo que não quero ter filhos, amo e prezo muitíssimo a minha liberdade. No sentido mais amplo da palavra mesmo, sei que essas duas coisas não me impediriam de fazer um montão de coisas, mas eu teria que planejar, e a parte que eu mais gosto nessa história de estar sempre evoluindo, descobrindo, mudando é o fato de que eu posso fazer as malas agora ou amanhã, mudar de idéia não irá interferir no andamento da vida de mais ninguém, e que criança é um amor, mas melhor é saber que se começar a chorar é só entregar para a mãe dela! 12 anos depois, quase o dobro de tempo de vida e com certeza a época mais interessante. Eu me transformei mesmo - minhas feridas cicatrizam tão rápido - e amanhã serei tão diferente do que sou hoje, que leveza senti agora, simplesmente porque sei que amadurecer pode ser muito doloroso às vezes, mas é necessário e prazeroso também, quando se consegue olhar por outro ângulo, ou apenas sonhar...

quarta-feira, 16 de abril de 2008

É muito fácil encontrar um culpado para todos os nossos erros, acreditar que realmente não os cometemos, difícil é encará-los de frente e assumir todas as conseqüências disso. Difícil, doloroso, transformador...Coragem, abra os olhos!

terça-feira, 15 de abril de 2008

Nostalgicamente eu...

É, sessão nostalgia nunca foi fácil, e quando vem chega com tudo e arrebenta no meio, ou um pouco mais pro lado, mais atrás, mas estraçalha mesmo... eu sinto falta da minha inocência, apesar de meus amigos ainda dizerem que sou a criatura mais pura - não puritana - que existe (num sentido mais amplo, sem maldade). Acho que conservo um pouco disso, mas ainda é difícil acreditar que as pessoas podem ser simplesmente más. Sinto falta de cozinhar só pra mim num domingo chuvoso e olhar todos os filmes que puder durante a tarde, e sem interrupções! Mas no comecinho da noite me permitir sentir saudade de ver gente e ligar, sempre para um grande amigo, convidando para um chimarrão, umas panquecas, um vinho e talvez outro filme... o inverno é mesmo feito de lembranças. Há muita saudade guardada em mim, principalmente das horas a fio divagando descompromissadamente sobre tudo que podia parecer interessante naquele exato momento, mesmo que amanhã nem lembrasse mais - mas eu recordo sim, ah se recordo! Hoje eu fui embora, muitos amigos foram também, de lá ou daqui, e posso ir a qualquer lugar, sempre haverá um longe ainda mais distante de mim... Só há uma saudade que não sinto mais, a saudade de mim, gostava muito de quem eu era, mas gosto mais agora, porque sou aquela mais um monte de coisas, o que formou essa! As voltas à memória daquilo que passou têm um sentido muito maduro agora, não há vontade de retornar lá, mas de fazer tudo para ter sempre novas saudades, olhar sorrindo para o que não volta mais, para o espelho, para os sonhos...